Esse texto pode ser um desabafo ou um conselho
A #biacoach voltou
Mês passado eu estava no automático. Trabalhando por cinco pessoas sobrecarregadas e perdendo completamente a noção das minhas prioridades.
Eu estava cansada. Exausta.
Tão cansada que precisei me obrigar a descansar. Em uma noite de sexta eu terminei a última aula da semana e prometi a mim mesma que passaria o sábado e o domingo debaixo das cobertas, assistindo série e comendo besteira.
Consegui. Não vou dizer que foi difícil, meu cérebro estava implorando por essas horas de ócio. E não posso afirmar que foi fácil. Vez ou outra eu me pegava pensando em entregas que teria durante a semana, em tarefas, no instagram semiabandonado...
Mas consegui. E na segunda-feira eu estava renovada, mais leve que um filhote de gato recém-nascido.
Ok, nem tanto, mas vocês entenderam.
Com a mente descansada, consegui reorganizar minhas prioridades, pensar em uma rotina que não me deixasse exausta. O que não fosse do meu controle, joguei pro universo.
Vai acontecer o que tiver que acontecer.
Depois do rolê todo, percebi que eu estava trabalhando tanto para viver de literatura que me esqueci do principal:
A literatura.
Esse é um dos contras de viver no automático, você perde um pouco do que te deixa com os olhos brilhando.
Pelo menos, dessa vez eu fui rápida no autodiagnóstico. Comecei a escrever um conto, recebi a preparação de “Értom” hoje, vou trabalhar nela e, em seguida, retomar a escrita do livro 2.
Porque é pra isso que eu tô aqui.
Pra escrever.


