Texto, misticismo e a saga de publicar um livro
Tô deixando a escrita me levar
Enviar um texto pra diagramação é… libertador. Ontem fiz isso pela primeira vez e um peso saiu de cima de mim. Não que escrever e revisar um livro tenha sido tortura, longe disso. Mas, agora, entreguei “Értom” com a sensação de “está pronto, finalmente”.
Pensei que terminei “Értom” algumas vezes. No início do ano, quando não aguentava mais olhar pro texto, foi a primeira.
Depois, quando mandei pra ex-editora, pensei que o trabalho que seria feito de revisão e preparação seriam os últimos.
Me enganei.
Ao longo do caminho, percebi que não é a autora quem escolhe o destino do livro. O livro escolhe. Mesmo antes de ser publicado, “Értom” tem personalidade forte. Antes de ser ao menos planejado, ele já me dizia o que fazer. E eu tenho prints pra provar.
Pode parecer papo de maluca, de escritora chapada, de bruxa, não ligo. Um pedaço de mim sempre foi místico e foi seguindo essa parte que eu conquistei muitas coisas.
Acompanhar essas estradas que minha história trilhou tem sido delicioso e assustador. Agora, que tenho data de lançamento e planos concretos, estou ansiosa pra saber o que mais ele irá aprontar.
Aonde mais a escrita irá me levar?
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Avisos aos desavisados
Pra quem não sabe ou não viu: estou publicando informações sobre o livro no instagram.
No próximo domingo (04/08), às 19h, o Clube de Escritores BH estará ao vivo na rádio américa, no programa Estação América especial de domingo. 107.1 FM pra quem é daqui e no site deles pro universo inteiro.
Já que o assunto é o clube, nosso próximo encontro virtual é no dia 03/08. O link pra participar do grupo de avisos é esse aqui. Qualquer pessoa que escreve é bem-vinda.


